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segunda-feira, 14 de março de 2011

O que a Bíblia diz sobre a Bênção do Pai , do Filho e do Espírito Santo?

“ Que a graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito santo seja com todos vós. Amém” (II Co 13:13) Esta é a bênção apostólica dada no final das cartas do apóstolo Paulo aos coríntios, e possui um significado muito profundo para nossa vida espiritual. 
A palavra graça vem do termo “charis”,  que em grego significa favor imerecido, e se manifesta pela misericórdia, perdão e benignidade de Deus. Mesmo não sendo merecedores, o Senhor está pronto para nos perdoar, santificar e mudar a nossa sorte. A graça para os gregos significava mais do que favor imerecido, mas também beleza, conhecimento e força. É isso que Deus deseja realizar na vida do homem, transformar aquilo que é feio em belo, o débil em sábio e o fraco em forte. Verdadeiramente a fé sem obras é morta, mas não somos salvos pelas obras, e sim, pela fé. Por mais que façamos algo de bom nessa vida, jamais seremos merecedores. A salvação e perdão são por sua infinita misericórdia, ou seja, graça.
As sagradas escrituras nos dizem que “Deus amou o mundo de tal maneira que Ele deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).  enviou seu filho não para condenar o mundo, mas para salvá-lo. Este é o amor “ágape” de Deus manifestado pela humanidade. Este termo também vem do grego e se relaciona a amor incondicional, amor doador e absoluto.
O amor de Deus se manifesta em perdão, cura e vida eterna. Nós o reconhecemos quando olhamos para cruz e aceitamos a Cristo Jesus, entendemos o sacrifício que ele fez por nós. E quando isso ocorre nós passamos  de criaturas para filhos de Deus.
Por fim, a comunhão vem da palavra “koinonya”, que significa transportar-se, comunicarem-se juntos. Imagine o que seria do mundo sem comunicação e transporte. Seria um verdadeiro caos. O que o Senhor quer nos ensinar é que podemos ter comunhão, nos comunicar com o Espírito Santo. Ele quer ser nosso companheiro, estar a cada dia conosco. Jesus disse em João 16:7-8: “Todavia, digo-vos a verdade: que vos convém que eu vá, porque, se eu não for, o  Consolador não virá a vós, mas se eu for, enviá-lo-ei. E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo.” Não estamos órfãos, nem sozinhos. Podemos ter essa companhia do Espírito Santo que nos guiará em todo nosso viver. O meu desejo é que “ O amor de Deus pai, a graça de Deus filho, e a comunhão do Santo Espírito de Deus esteja sobre todos nós hoje e sempre. Amém.

Por Jeter Blaas para o Jornal " Agitação"

sábado, 12 de março de 2011

" Por que o mal nos atinge?"

Certamente você já deve ter se perguntado por que nós como filhos de Deus – lavados e remidos no sangue do Cordeiro – somos atingidos pelo mal. Por que sofremos?
Por que a vida cristã não é um “mar de rosas”?
  
Meditando sobre o assunto, percebi que as Escrituras nos dão algumas referências sobre o mal atuando na esfera angelical, antes mesmo da criação do homem. Uma queda, na qual legiões de anjos, liderados por Lúcifer, se apartaram de Deus. O profeta Ezequiel, nos revela no capitulo 28 (v. 11-19) como ocorreu este evento: Lúcifer, tipificado pelo rei de Tiro, era querubim ungido, perfeito em seus caminhos, desde o dia em que foi criado. No entanto, iniqüidade foi achada nele. No versículo 17, nos é dado o motivo: Por causa da sua formosura, seu coração encheu-se de soberba. O verso 18 demonstra que não apenas a soberba, mas uma multidão de iniqüidades já estava sobre ele e como conseqüência, Deus fez sair fogo de seu meio e o reduziu as cinzas sobre a terra. 

Em Gênesis, observamos que os feitos do Senhor antes da criação de Adão eram bons, porém quando o formou, concluiu que era “muito bom”. Lúcifer, agora Diabo, se volta contra o seu melhor projeto, e tenta o homem com o mesmo pecado que o levara a cair - a soberba.  A serpente seduz Eva, dizendo que não haveria morte nenhuma, caso comesse do fruto, mas que COMO DEUS, seria conhecedora do bem e do mal.

Deus, desde o início, deu oportunidade de escolha à humanidade. Não nos criou como robôs programados para fazer exatamente o que Ele mandasse, mas livres para tomarmos qualquer decisão. Somos feitos a sua imagem e semelhança. A própria Palavra nos afirma que onde habita o Espírito, aí há liberdade. Deus é livre, e desde a queda humana, providenciou meios para restaurar nossa comunhão com Ele. Ainda em Gênesis, lemos que as escolhas do homem por diversas vezes foram péssimas e que sua maldade havia se multiplicado, assim como todo desígnio do seu coração era mal. Deus chega a se arrepender de tê-lo criado. É interessante pensarmos que o dilúvio já poderia ter dado um ponto final a nossa história, não fosse por Noé,  que representa todos aqueles que ainda haveriam de manter comunhão e viver uma vida de adoração, por livre escolha. O Senhor, já tinha um plano perfeito para acabar com o domínio do pecado no nosso coração: Jesus Cristo.

Quando aceitamos o sacrifício de Jesus no Calvário, estamos decidindo livremente que queremos nos relacionar novamente com Deus, em obediência a Sua vontade, e afirmamos que precisamos de Sua graça para vencer – exatamente o oposto à soberba - o que é uma verdadeira afronta para Satanás.  Tornamo-nos então, objetos de sua  fúria, e somos tentados a romper nossa comunhão com o Pai a todo o instante. Somos verdadeiramente “bombardeados" por ele para incorrermos no mesmo pecado que cometera: sermos soberbos a ponto de acharmos que não precisamos mais de Deus e não devemos obedecê-lo. Chegamos a outro ponto: muitas vezes o mal nos atinge, porque estamos sofrendo as conseqüências de nossa própria desobediência. Quantas vezes desejamos prosperar, porém guardamos mágoas, retemos perdão e deixamos de confessar nossos pecados? A confissão nos humilha, dissolve a arrogância, e restaura nosso relacionamento com o Senhor.

Mas por que Deus permite que o mal atinja até mesmo aqueles que amam obedecê-lo e vivem em humildade e fidelidade, assim como os apóstolos – que sofreram perseguições, julgamentos, prisões e até mesmo martírio? Nossos conceitos são muito limitados comparados ao dele. Podemos tomar como exemplo, o tempo. Quando a bíblia se refere ao tempo de Deus, emprega a palavra “Kayrós” – o tempo perfeito. Quando cita o do homem, utiliza a palavra “Chronos”. Outro exemplo? A sabedoria. Em 1 Co 3:19,20 lemos: “Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus, porquanto está escrito: Ele apanha os sábios na própria astúcia deles. E outra vez: O Senhor conhece o pensamento dos sábios, que são pensamentos vãos.” O profeta Isaías  diz: “porque assim como os céus são mais altos que a terra, assim os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos.” (55:9). Outra boa ilustração está na confissão que Jó fez sobre Deus ao passar por momentos tão difíceis em sua vida: “Na verdade falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia. Escuta-me, pois, havias dito, e eu falarei; eu te perguntarei e tu me ensinarás. Eu te conhecia só de ouvir, mas agora meus olhos te vêem.” Jó 42: 3b -6. 

Por Tatiana Schubert Blaas


" A Plena Adoração"

“O Senhor reina; tremam as nações. Ele está entronizado entre os querubins, comova-se a terra. O Senhor é grande em Sião e mais elevado que todas  as nações.
Louvem o teu nome, grande e tremendo, pois é santo.
E a força do rei ama o juízo; tu firmas  a eqüidade, fazes juízo e justiça em Jacó.
Exaltai ao Senhor, nosso Deus, e prostrai-vos diante do escabelo de seus pés, pois ele é santo.”   
 Sl: 99:1-5

Uma das maneiras de expressar adoração é nos prostrando. Prostrar-se é  “Shachah”,  no hebraico (fazer-se baixo). Aparece  mais de 170 vezes no Antigo Testamento e  significa inclinar-se, cair diante de, ajoelhar-se. No versículo 5,  é perceptível esse contraste: “ Exaltai ao Senhor (colocar no alto) e  prostrai-vos (fazer-se baixo), diante do escabelo do seus pés.” Isso indica a compreensão do senhorio, majestade  e autoridade de Deus. Adorá-lo é o mesmo que reconhecê-lo e reconhecer-se - somos pequenos diante do altíssimo, sujeitando nossas forças e saber diante dele.

No Antigo Testamento, dizer “Eu Sou” é como dizer  Deus, porque para o judeu Ele é o único que é. Essa postura espiritual quando exercida, se torna o  decreto de que existe alguém que governa nossas vidas e que está reinando soberanamente. Quando o versículo 3, fala que Deus é santo, ensina que não pode haver adoração sem santidade. Diante de Seu trono, os querubins e serafins dizem  a todo instante: santo, santo, santo. O adorador, deve portanto  buscar  uma vida de santidade.
Outros termos utilizados para adoração é “Sebomai", que aparece 8 vezes no Novo testamento e tem origem na raiz “Sebas” (Temor) e “Latreia” (servir com devoção, zelo e admiração)e  no hebraico, também com mesmo significado, “Abhôdhá”.

No Novo Testamento, existem 59 citações sobre adoração. “Proskuneo”,  “pros”= em relação a; “neo”= beijar; palavra que no grego koiné, possui a conotação de homenagear, reconhecer, tributar, beijar a mão ou piso diante de.  “Mas a hora vem, e agora é,  em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai procura a tais que assim o adorem.” Jo 4:23. Na adoração existe a reverência a prestada entre um servo  e senhor, mas também  a aproximação e intimidade entre um pai e filho. Adorar em espírito e verdade é o entendimento de que Deus espera algo puro, sincero e não superficial de nossas vidas.

Por Jeter Blaas para Revelação Gospel

"Lágrimas no Teu Odre"

“Tu contaste as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no teu odre;  não estão elas no teu livro? Quando  a ti clamar, então, retrocederão os meus inimigos; isto sei eu, porque Deus está comigo.”   Sl 56:8-9.

Odre era um recipiente de couro ou de pele de animal curtida a seco, por meio de fumaça, e geralmente era utilizado pelos viajantes em suas jornadas para transportar líquidos, tais como água, leite e vinho. Davi, ao dizer: “Põe minhas lágrimas no teu odre...” expressa o seu clamor através do pranto, numa profunda manifestação de  reconhecimento, adoração e louvor. Seu choro representa a insuficiência  humana, que só pode ser suprida por um Deus que é pleno em poder, domínio e autoridade. É também entrega e busca pelo Seu favor, para livrar-lhe dos seus inimigos e dar-lhe a vitória. O salmista sabia que depositando, suas lágrimas no lugar correto, receberia a resposta,  a bênção plena do Senhor, a transformação - pois odre é lugar de:
Água: que é símbolo de refrigério, descanso e alívio. Gn 21:14,15 e 19
Leite: que representa alimento, sustento e provisão. Jz  4:19
Vinho: que significa prosperidade, festa e alegria  no Espírito Santo. 1 Sm 1:24

Essa foi a oração de Davi, e qual tem sido a sua? Você tem registrado no livro de Deus, seu clamor, sua necessidade e suas súplicas? Colocar lágrimas no Seu odre é crer que Ele pode transformar e reverter todas as situações. “O meu Deus, segundo as suas riquezas suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus.” Fp 4:19

Por Jeter Blaas para a Revista Vitrine Cristã


sexta-feira, 11 de março de 2011

"Na boca do Peixe!"

Texto Bíblico Mt 17:24-27:
24- Quando Jesus e seus discípulos chegaram a Cafarnaum, os coletores de imposto de duas dracmas viream a Pedro e perguntaram: ”O mestre de vocês não paga o imposto do templo?”
25- “Sim, paga” respondeu ele.
Quando Pedro entrou na casa Jesus foi o primeiro a falar, perguntando-lhe: “O que você acha, Simão? De quem os reis da terra cobram os tributos e impostos?De seus próprios  filhos  ou dos outros?”
26- “ De outros”, respondeu Pedro.
Disse-lhe Jesus: “Então os filhos estão isentos.
27- Mas para não escandalizá-los, vai ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe  a boca e você encontrará uma moeda de quatro dracmas. Pegue-a e entregue a eles, para pagar o meu  imposto e o seu”.

Esse imposto  era aplicado anualmente como um tributo judaico, para manutenção e sustento do templo . Quando Pedro foi questionado  se seu mestre pagaria o imposto, de pronto respondeu que sim, e levou o caso a Jesus . Esclarecendo  que os membros da família real não pagavam imposto, Jesus faz um trocadilho com a metáfora semítica do termo filho, e ensina  que sendo ele o filho de Deus, estaria livre dessa obrigação.  Preocupado em não gerar escândalo,  diz para Pedro pescar , pois no primeiro peixe encontraria um estáter, equivalente a  4 dracmas, o necessário para pagar o imposto de ambos.
Podemos não saber o modo, mas precisamos  ter a certeza , a  mesma  convicção expressa  por Pedro, a declaração de que Ele tudo pode. Ainda que hábeis e capacitados, nos deparamos com situações fora de nosso alcance. No entanto, ao levarmos os problemas a Cristo, recebemos direção.  Cabe então a nós, o exercício da fé e obediência.
Jamais podemos nos esquecer do significado da palavra “sobrenatural”: acima do natural. Se não existe sobrenatural, não existe Deus. Pedro naquele momento não foi estático, mediante a palavra do mestre creu, se moveu, e recebeu o milagre!

Jeter Blaas é bacharel em teologia, pastor titular da Igreja do Evangelho Quadrangular em Jundiaí – vila Rami, músico e compositor do cd “ A Tua unção”. Escrito para a Revista Vitrine Cristã

" Tu me amas?"

Até que ponto estamos declarando o nosso amor, e de que forma o expressamos pelo ministério, pelas vidas, e até mesmo por Cristo?

         
Ele foi até a cruz por nós, tornando-se  a oferta perfeita e vitalícia, fazendo-se sacrifício em nosso lugar. Não cabe a nós irmos até a cruz, mas até onde temos ido por Ele? Será que temos compreendido nosso chamado?
O chamado é mais do que uma vocação, ele é divino, vem da parte de Deus. Pedro o recebe  para ser um pescador de almas, e mais do que isto, apascentar ovelhas.Veja que no texto de João 21:15-17, Jesus pergunta a Pedro se ele o amava. Essa pergunta é feita no nível de amor mais profundo, o incondicional, absoluto, o da entrega, amor “ágape”. Porém Pedro, responde em “fileo”, que é o amor fraterno e amigo. Jesus repete a pergunta em “ágape” e ele novamente responde em “fileo”. Por fim, Jesus pergunta se Pedro o amava com amor “fileo”, e Pedro entristecendo-se diz que Jesus sabia de tudo, e que sim, o  amava com amor “fileo”. Essa tristeza certamente se deve ao fato de lhe faltar uma disposição maior de entrega, de se doar a serviço do reino.  ....
        Deus nos escolhe! Independente de nossas limitações, ele nos chama. Apascentar ovelhas não é tarefa fácil.  Muitos podem  pensar que o amor incondicional se relaciona somente a Cristo, mas Deus em Sua palavra nos diz que: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda este é o que me ama e o que me ama será amado de meu Pai e eu também o amarei e me manifestarei a ele”.João 14:21. O mesmo acontece em I Co 13.Todas essas expressões no texto se referem a "ágape". Um líder chamado por Deus para servi-lo, nessa tão importante missão, deve buscar de Deus e desenvolvê-lo a cada dia.....
A partir do momento que Pedro passou a ser cheio do Espírito Santo, isso se tornou presente em seu ministério..Posso citar I Pedro 1:  22: “Tendo vos purificado as vossas almas na obediência, na verdade que leva ao amor fraternal (filadélfian) não fingido, amai-vos (agapésate) ardentemente uns aos outros de coração”. Ele ensina a viver tanto o amor fraterno quanto o ágape. Toda vez que se refere em suas epistolas, “aos amados”, essa expressão se  derivada de "ágape". Alguns exemplos: capítulo 2 no versículo 11 “amados” (agapetoi) e no versículo 17 , quando diz “amai a todos”. Ele chega a fazer 10 citações referentes ao assunto...
Creio que ele aprendeu a viver esse amor. Nós também podemos manifestá-lo! Pois é o  que nos fará enfrentar os desafios, suplantar os problemas, vencer as adversidades e lutas. Basta  buscarmos uma intimidade mais profunda com o Espírito Santo, dando liberdade total, para que Ele venha agir através do nosso viver.  Assim como Pedro aprendeu, cada um de nós deve  desenvolver um nível de intimidade maior, e  esse amor  então, se tornará conseqüência no ministério. É o que nos fará conquistar vidas e apascentá-las para Cristo.

Por Jeter Blaas para a Revista Vitrine Cristã

"Uma Fonte inesgotável"

Medite em  Gênesis 26:14-25

" e tinha possessão de ovelhas, e possessão de vacas, e muita gente de serviço, de maneira que os filisteus o invejavam. E todos os poços que os servos de seu pai tinham cavado nos dias de Abrãao, seu pai, os filisteus entulharam e encheram de terra." v.15
 " Disse também Abmeleque a Isaque: Aparta-te  de nós, porque muito mais poderoso te tens feito do que nós."  v.16


 Isaque se tornou um homem próspero e por esta razão foi invejado.Há alguém tentando colocar areia em seu negócio?Os filisteus literalmente colocaram terra nos poços de Abraão seu pai. Será que existem "Abmeleques" tentando te expulsar da terra, por não aceitarem seu crescimento?

Isaque persistiu, não desistiu, foi determinado, batalhador. Seguiu para a região de Gerar e cavou um poço de onde saiam águas vivas, porém mais uma vez contenderam contra ele. Por esta razão, o chamou de Eseque, o mesmo que contenda, violência, opressão. Não se dando por vencido cavou outro,   dando-lhe o nome de  Sitna, que significa acusação, inimizade - palavra que possui a mesma raíz de satanás. Ali novamente se opuseram porfiando sobre este.

Então cavou Reobote, sinônimo de alargamento, amplitude, espaços livres. O denominou assim por não haver nenhum conflito.  Por fim, subiu para Berseba: poço de juramento. Lugar onde  edificou um altar ao Senhor e o Invocou.

Quem sabe há situações na sua vida que não foram nomeadas, mas são relembradas e citadas como desagradáveis. Olhe pra frente, jamais desista, e ainda que surjam lutas, contradições  que tentem enterrar teus sonhos, persevere, avançe, mesmo quando tudo parecer adverso. Saiba que a promessa do Pai se cumpre.

Muitos tendem a desistir pelas oposições, por temerem a inveja. Esteja certo que a benção que foi liberada e decretada por Deus, inimigo algum pode impedir.Trabalhe, adore  Senhor,ouça a Sua voz e continue a prosperar!
 
  Jeter Blaas é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular da Vila Rami, em Jundiaí -SP,
bacharel em teologia, músico e compositor do CD "A Tua Unção". Escrito para a revista Vitrine Cristã